NVEH promove Dia Mundial de Combate a Hanseníase no Hospital Regional de Araguaína

NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA -
NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA -
NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA -
NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA -
NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA NVEH - Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar - HRA -

Entre os dias 23 e 27 de janeiro, a equipe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) do Hospital Regional de Araguaína (HRA), promoveu ações para comemorar o Dia Mundial de Combate a Hanseníase.

A data que visa conscientizar a população sobre os riscos da doença, contou com palestras que abordaram sobre os sintomas, prevenção e os cuidados sobre a doença. A equipe distribuiu materiais educativos e utilizou cartazes e banners para ilustrar. As palestras foram ministradas por Enésia Oliveira e Cândida Guilherme, coordenadora e enfermeira do NVEH.

O evento contou com a participação de funcionários e pacientes do Hospital Regional de Araguaína(HRA) que conheceram um pouco sobre a Hanseníase.

Detecção e Tratamento

A Hanseníase é uma doença crônica, transmissível, de notificação e investigação compulsória, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, capaz de infectar grande número de pessoas.

A transmissão se dá de uma pessoa doente sem tratamento para outra, após um contato próximo e prolongado, especialmente os de convivência domiciliar.  A doença, que atinge pele e nervos tem cura. Se não diagnosticada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades físicas.

Por isso, a recomendação do Ministério da Saúde é que as pessoas procurem o serviço de saúde ao aparecimento de manchas em qualquer parte do corpo, principalmente se essa mancha apresentar alteração de sensibilidade ao calor e ao toque, configurando como um dos sinais e sintomas sugestivos da doença.

O tratamento ofertado pelo SUS nas unidades públicas de saúde de todo o país é feito por via oral, com a Poliquimioterapia (PQT), uma associação de três antibióticos. O esquema de tratamento depende da classificação da doença: Paucibacilar (PB) com seis doses em até nove meses, ou Multibacilar (MB), com 12 doses em até 18 meses. Além do exame dermatológico, os pacientes deverão ser submetidos a uma avaliação neurológica simplificada, orientados quanto aos cuidados com olhos, mãos e pés para prevenção de incapacidades.(Agência Saúde – Ministério da Saúde)