Epizootias

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A ocorrência de casos de febre amarela em humanos geralmente é precedida da transmissão entre macacos e vetores mosquitos silvestres (Haemagogus e Sabethes).

A morte de Primatas – Não – Humanos (PNH), macacos, sem motivo aparente, é denominada como epizootia e trata-se de um evento sentinela para possível ocorrência de circulação viral do vírus da febre amarela silvestre.

A vigilância de epizootias em PNH consiste essencialmente em captar informações oportunas sobre adoecimento ou morte de PNH e investigar adequadamente esses eventos, com a finalidade de subsidiar a tomada de decisão para a adoção de medidas de prevenção e de controle, e assim reduzir a morbimortalidade da doença na população humana, em áreas afetadas (com transmissão ativa) e ampliadas (áreas adjacentes).

Os municípios do Tocantins com evidências da circulação do vírus amarílico isolado a partir do PNH foram: Dianópolis (2008), Taguatinga (2014), Palmas (2015 e 2017), Porto Nacional (2015 e 2017) e Miranorte (2017).